terça-feira, 30 de junho de 2020


A INOPERÂNCIA DA MORTE

A concisa reflexão sobre este tema - A Inoperância da Morte - tem o propósito de esclarecer que, há um poder que opera acima de qualquer outro. Falamos do poder de Deus, o Único, o Verdadeiro, o Soberano e Supremo Criador do universo.

Duas são as esferas de atuação da morte: A espiritual e a material. Explico: Deus fez o homem à Sua imagem, conforme a Sua semelhança, dando-lhe o status de “Alma vivente”. O advento do pecado interrompeu os laços de comunhão existentes entre os dois, gerando a morte espiritual. E assim, caminha a humanidade: “Sem Deus, e sem esperança”.


Deus enviou o Seu Filho que encontrou o homem caído em seu pecados: “Ele lhes deu vida, quando estavam mortos em suas transgressões e pecados, nos quais andaram noutro tempo, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora ata nos filhos da desobediência” (Efésios 2.1-2-BEE), confirmado pela Escritura: “o pecado gera a morte” (Tiago 1.15).



Com o advento do Filho de Deus, a morte perdeu o seu poder letal. Sim! Veja o que Ele disse: “Então Jesus declarou: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra viverá. E todo o que vive e crê em mim não morrerá eternamente. Você crê nisto?” (João 11.25). Então, a morte será inoperável.


Deus prometeu: “O Senhor dos Exércitos [...] tragará a morte para sempre, e, assim, o Senhor Deus enxugará as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o vexame do teu povo, porque o Senhor falou” (Isaías 25.6-8).

O Espírito Santo fez a célebre revelação que confirma esta promessa, dizendo: “[...] quando o que é mortal se revestir de imortalidade, então se cumprira a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória”. Em seguida pergunta: “Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, [...]” (I Coríntios 15.54-57). A morte está entre os inimigos do homem, por isto, está escrito: “O último inimigo a ser destruído é a morte” (v.26).

Deus é fiel: “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor [...] para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham” (Apocalipse 14.13-14). Jesus confirma: “Quem crê em mim, ainda que morra viver”.


Texto do saudoso pastor José Lúcio Ribeiro Filho



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