quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026


A IMPORTANTE DA VIDA CRISTÃ

Uma vida nas pegadas de Jesus, mesmo sem exprimir palavras ou fazer alarde, é uma vida de observância aos requisitos indispensáveis à caminhada cristã, cooperando com os filhos de Deus, gerados segundo a fé comum que foi dada aos santos, e lhes trazer à memória, alguns itens indispensáveis à vida dos escolhidos:

1. Vigilância. Sê vigilante é uma recomendação da Palavra de Deus. É importante conferir em I Coríntios 16.13: “Vigiai, estai firmes na fé, portai-vos varonilmente e fortalecei-vos”.

2. Coragem. Os que servem ao Senhor devem empreender esforços, confiar no Senhor e corajosamente seguir o “caminho”. Devem ler os capítulos 25 e 26 dos Atos dos apóstolos e Gálatas 2.11-14; fará muito bem.

3. Dignidade. A dignidade comportamental exprime o caráter cristão. Como ser digno dando exemplos comprometedores à vida cristã? Ao contrário de dignidade, seria dose dupla de hipocrisia, tão comum hoje em dia, à vida de alguns; infelizmente!

4. Discrição. A prudência é um facilitador da discrição, principalmente, no que tange à vida cristã, seja ministro de Cristo ou não. Em Romanos 1.6 tem-se a forma de adicionar a discrição à conduta: “[...] sois também vós chamados para serdes de Jesus Cristo”, ou seja, ter uma conduta adequada à vida com Deus.

5. Humildade. Diga não à arrogância! Lendo Provérbios 15.33, entendemos por que devemos empunhar a bandeira da humildade em nossas atitudes: “O temor do Senhor é a instrução da sabedoria, e diante da honra vai a humildade”.

6. Asseio. É inconcebível um cristão andar com má aparência nesse aspecto, por mais simples que viva; isto inclui, não só no andar, mas também, no falar. Tiago dá uma lição para essa prática: “[...] mas que a vossa palavra seja sim, sim e não, não, para que não caiais em condenação” (Tiago 5.12b). Fora as gírias, linguagem impura, termos chulos, pornográficos e imorais. Vê Efésios 5.4.

7. Cortesia. Presume-se que todo cristão seja uma pessoa cortês. No dia a dia, surgem muitas ocasiões para praticá-la, cumprimentando as pessoas e usando termos gentis, como: “Por favor”; “com licença”; “obrigado”; ou outros equivalentes.

O ensino cristão recomenda: “[...] mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, na caridade, no espírito, na fé, na pureza” (I Timóteo 4.12). Pode até ser difícil, mas, é possível.

Texto do saudoso pastor José Lúcio Ribeiro Filho



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

PROGRAMA PAZ REAL


Todos os domingos a partir das 07h até as 08:30h você tem um encontro marcado pela FM Olho D'agua 87,9, com o irmão Levi Revorêdo e sua esposa Raquel Revorêdo. Lindos hinos, testemunhos e o momento de reflexão da Palavra. Não percam tempo! Sejam também ouvintes deste programa que já está no ar há 22 anos proclamando o evangelho verdadeiro. Ouça também pela internet: fmolhodagua.blogspot.com.br

Programa Paz Real, com Levi Revoredo e Raquel Revoredo.
Sintonize na 87,9 FM ou baixe nosso aplicativo na Play Store e ouça a Rádio Olho D'água onde você estiver!


DEUS TEM UMA PALAVRA PARA VOCÊ!
 NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS.


terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

 A culpa que nos afasta

Muitas vezes, quando falhamos, o primeiro sentimento que surge não é arrependimento, mas vergonha. Ela nos faz recuar, silenciar e nos afastar de Deus, como se o erro tivesse nos tornado indignos de Sua presença. Porém, essa reação revela algo mais profundo: ainda acreditamos, em algum nível, que o Evangelho gira em torno de nós. Mas o centro nunca fomos nós. Sempre foi Cristo.

Aceitos pelas obras

“Ouvindo o homem e sua mulher os passos do Senhor Deus que andava pelo jardim quando soprava a brisa do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus entre as árvores do jardim. Mas o Senhor Deus chamou o homem, perguntando: ‘Onde está você?’. E ele respondeu: ‘Ouvi teus passos no jardim e fiquei com medo, porque estava nu; por isso me escondi’”. 

Gênesis 3:8-10 (NVI)

Desde o Éden, a vergonha tem sido uma resposta humana ao pecado. Quando Adão e Eva pecaram, não correram para Deus, esconderam-se d’Ele. A culpa gerou distância, e a distância produziu medo. A vergonha nasce quando acreditamos que Deus nos olha a partir do nosso erro, e não a partir do Seu amor.

Quando erramos e sentimos dificuldade de nos aproximar, isso revela que ainda pensamos que somos aceitos por desempenho. Mas o Evangelho não é um sistema de mérito, é uma mensagem de redenção. “Agora, pois, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8:1).

 

A vergonha nos faz olhar para nós mesmos, enquanto a graça nos convida a olhar para Cristo. O problema não é reconhecer o erro, mas permitir que ele defina nossa identidade. O erro existe, mas ele não tem a palavra final. A cruz já falou mais alto. Enquanto o pecado nos chama para um afastamento de Deus, Ele nos chama através do Seu amor, continuamente.

Buscamos pois já recebemos

“Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.”

1 João 4:10 (ACF)

Muitas vezes acreditamos que somos amados porque oramos, buscamos, obedecemos e permanecemos. Mas a ordem do Evangelho é inversa: nós buscamos, oramos, obedecemos e permanecemos porque já fomos amados. O amor de Deus não é resposta ao nosso esforço, é a origem dele. Nossa ação é pura gratidão.

A graça antecede qualquer movimento humano. Antes de qualquer decisão nossa, Ele já havia decidido nos amar. Antes de qualquer resposta nossa, Ele já havia se entregado.

Quando tentamos transformar obediência em moeda de troca, distorcemos o Evangelho. Não devemos agir para receber algo de Deus, mas sim em gratidão pelo que já recebemos. “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.” (Efésios 2:8,9)

A graça transforma

“Ou será que você despreza as riquezas da sua bondade, tolerância e paciência, não reconhecendo que a bondade de Deus o leva ao arrependimento?”

Romanos 2:4 (NVI)

A graça de Deus não produz acomodação, mas transformação. Ela não nos constrange por medo, mas por amor. O poder e amor de Deus nos constrange gerando temor, isso é diferente de vergonha. A vergonha paralisa, afasta e esfria. O temor derrama graça, e a graça aproxima, cura e amadurece. 

Errar não nos torna indignos, porque nunca fomos dignos. Tudo sempre foi imerecido. E esse é o mais belo da graça de Deus.

O que nos aproxima de Deus não é a nossa perfeição, mas a d’Ele. Um coração rendido, disposto a se levantar, mudar e caminhar novamente se torna sensível à voz do Pai, para receber tudo o que Ele já ofereceu desde antes da fundação do mundo. Nosso caminhar com Ele não muda quem Deus é, mas muda nossos passos. 

O Evangelho não chama seguidores perfeitos, mas filhos entregues. Filhos que aprendem a domesticar vontades, alinhar sonhos, diminuir o ego e se humilhar diante de Deus. Não somos protagonistas da história. É sobre Cristo, Seu amor e Sua obra. A graça nos educa a viver de forma santa (Tito 2:11–12), por temor ao nos aproximarmos da graça diariamente.

Fonte: https://bibliajfa.com.br/


 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

DICA DE SAÚDE DA SEMANA

DOR CIÁTICA


A dor ciática é originada por uma inflamação ou uma irritação no nervo mais longo do nosso corpo. Isso pode resultar de uma compressão do nervo, seja por trauma direto ou de repetição, como ficar sentado por tempo prolongado em uma cadeira desconfortável. Esse nervo também é conhecido por nervo isquiático e se localiza na porção posterior da raiz da coxa, ultrapassando o joelho e descendo até o hálux (dedão do pé) e pode ter a espessura de um dedo. 

Ele é responsável pelo controle das articulações do quadril, joelho e tornozelo, assim como dos músculos posteriores da coxa e músculos da perna e do pé. A dor em si não é uma doença, porém pode estar relacionada a várias patologias que envolvem a coluna, o quadril, os joelhos ou alguma doença sistêmica de origem não ortopédica. Algumas causas para que essa dor ocorra são: lesão ou fratura pélvica, tumores, deslocamento ou inflamação de disco (hérnia de disco) e até mesmo infecções pelo vírus da herpes (herpes zóster) ou da catapora.

A dor normalmente ocorre em um lado do corpo, começando na região lombar, se irradiando ao longo da coxa e perna, podendo chegar até os dedos do pé. Os sintomas mais comuns são: dor acompanhada de choques nas nádegas, sensação de dormência ou queimação, dificuldade para realizar alguns movimentos, como sentar e levantar, espasmos na parte inferior da coluna, perda da função intestinal ou da bexiga, perda da sensibilidade ou fraqueza muscular. A dor referida pelos pacientes é como se fosse no osso, de tão profunda. 

Esses sintomas normalmente se intensificam à noite. Existem fatores de risco para que isso ocorra, como: obesidade (isso aumenta a pressão sobre a coluna, sobrecarregando os músculos e os ligamentos), envelhecimento (a idade avançada provoca mudanças na coluna), jornada de trabalho (levantar peso e realizar movimentos excessivos por exemplo, podem causar essa dor), sedentarismo (isso provoca enfraquecimento da musculatura, deixando a coluna suscetível à dores), gravidez (devido às modificações na anatomia da coluna, podendo levar à compressão do nervo). É importante lembrar que a dor ciática se manifesta de diferentes formas, dependendo do indivíduo.
 
Para o diagnóstico, o médico levará em consideração a história clínica do paciente e um exame físico poderá ser realizado a depender da situação, ele poderá solicitar exames de imagem, como ressonância magnética, radiografia ou tomografia. Como essa dor é um sintoma de algo a mais no organismo, a causa base deve ser identificada para que haja um tratamento adequado. 

Algumas medidas podem ser tomadas para aliviar as dores, reduzindo a inflamação: uso de analgésicos, compressas mornas ou frias na área dolorida, assim como a fisioterapia. É importante reduzir as atividades nos primeiros dias, porém ao contrário do que se pensa, o repouso absoluto não é indicado. Como uma última opção, há a cirurgia. Para prevenção, algumas medidas podem ser tomadas: alongamentos durante a jornada de trabalho, procurar manter uma postura correta, evitar ficar na mesma posição por muito tempo, assim como praticar exercícios físicos regulares. 

Enfermeira Rebeca Revorêdo Sinedino