TENTAÇÃO, UMA ARMA DO ADVERSÁRIO “Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam. Ninguém, sendo tentado, diga, De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta. (Tiago 1.12-15). O texto nos revela um “vilão” sutil desempenhando um papel astuto na concepção do pecado: A concupiscência. Esta palavra está defi nida como: *inclinação a gozar os bens terrestres, particularmente os prazeres sensuais; lascívia, luxúria, sensualidade. Isto tem crescido de modo alarmante no mundo inteiro. Veja a sutileza desse astuto vilão: “[...] havendo a concupiscência, concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte” (Tiago 1.15). Quer dizer: Satisfeita a inclinação de gozar os bens terrestres, particularmente, os prazeres sensuais, entra-se na raia de ação do “astuto vilão” e à proximidade da morte. A morte é consequência; o texto diz...