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Parabéns a todas as MULHERES!  Elas merecem. Ser mulher é ter os sentidos à flor da pele. É fazer nascer a esperança em qualquer palavra, em cada gesto. Até nos mais difíceis. Ser mulher é ter do mundo a dádiva da vida. É encantar qualquer chão. É ser amor! É ser chama! É ser fogo! Ser mulher é transpirar sentimento. É lágrima! E é gargalhada! É fazer dos dias mais tristes, os dias mais felizes. É rasgar o mundo sem pedir licença para a amargura. É cantar ao céu a verdade da terra. E  é fazer a diferença sem que lhe faça diferença. É ser verdade! É ser encanto! Ser mulher é dançar na chuva – sem medo. Ser mulher é ser gigante! É fazer do mundo um local de cores novas e alegres. E é ser franqueza. É fazer História. Ser mulher é fazer feliz. É gritar com a boca fechada, como quem ama sem vaidade. Ser mulher é carregar todas as dores do passado. Sem custo. É encontrar no orgulho a razão da harmonia. Ser mulher é vontade, é paz e é futuro. Ser mulher é ser m...
TENTAÇÃO, UMA ARMA DO ADVERSÁRIO  “Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam. Ninguém, sendo tentado, diga, De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta. (Tiago 1.12-15). O texto nos revela um “vilão” sutil desempenhando um papel astuto na concepção do pecado: A concupiscência. Esta palavra está defi nida como: *inclinação a gozar os bens terrestres, particularmente os prazeres sensuais; lascívia, luxúria, sensualidade. Isto tem crescido de modo alarmante no mundo inteiro. Veja a sutileza desse astuto vilão: “[...] havendo a concupiscência, concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte” (Tiago 1.15). Quer dizer: Satisfeita a inclinação de gozar os bens terrestres, particularmente, os prazeres sensuais, entra-se na raia de ação do “astuto vilão” e à proximidade da morte. A morte é consequência; o texto diz...
 REFLEXÃO DA PALAVRA DE DEUS
  NATAL SAUDADES Quintas - Ano 1960
  TODA QUARTA-FEIRA NA ADPAZ SEDE
  Volte ao presente “Pela fé Abraão, quando chamado, obedeceu e dirigiu-se a um lugar que mais tarde receberia como herança, embora não soubesse para onde estava indo.” Hebreus 11:8  (NVI) Vivemos em uma geração que quer explicações antes da obediência. Queremos clareza, garantias e segurança antes de dar qualquer passo. Mas, no Reino de Deus, muitas vezes o caminho é inverso: primeiro obedecemos, depois entendemos. O espaço entre obedecer hoje e Deus explicar depois, se chama fé. A fé não elimina as perguntas, mas nos ensina a caminhar mesmo quando elas permanecem. Nem sempre teremos todas as respostas antes de agir, mas teremos direção suficiente para o próximo passo. Deus permite certas incertezas não para nos confundir, mas para nos formar. A obediência sem explicação imediata constrói confiança. Quando aprendemos a confiar no caráter de Deus, mesmo sem entender Seus caminhos, nossa fé deixa de ser circunstancial e passa a ser relacional. Não meça o futuro “P...