terça-feira, 30 de dezembro de 2025

 Coração endurecido

Podemos nos tornar resistentes à voz de Deus quando deixamos o orgulho, a mágoa ou a incredulidade dominarem.

Um coração endurecido é como uma terra seca, incapaz de receber a semente da Palavra e produzir fruto. O perigo está em nos acostumarmos a viver longe da presença de Deus. Endurecer o coração não acontece de uma vez, mas aos poucos, quando resistimos à voz daqu’Ele que deseja nos transformar.

Deixando de ouvir

“Por isso é que se diz: ‘Se hoje vocês ouvirem a Sua voz, não endureçam o coração, como na rebelião’”. 

Hebreus 3:15 (NVI)

O endurecimento do coração começa quando paramos de ouvir. Deus fala de muitas formas. Sua voz está presente na Palavra, na oração, nas circunstâncias, ou por meio de pessoas, mas quando ignoramos Seus avisos, o coração começa a se tornar insensível. O coração endurecido não é aquele que não ouve, mas o que ouve e decide não se render, ou que não está sensível para discernir.

Foi isso que aconteceu com Faraó no Egito. Mesmo diante dos sinais e maravilhas, ele insistiu em resistir à vontade de Deus. O resultado foi a ruína. Assim também, quando insistimos em manter o controle da nossa vida e negar o agir do Espírito, começamos a afastar-nos da direção divina.

Manter o coração sensível à voz de Deus é um exercício diário. Requer arrependimento, humildade, oração e disposição para obedecer. Deus fala, mas só ouve e segue quem está disposto a se render. 

Distraídos da presença

“Por causa da multiplicação da iniquidade, o amor de muitos esfriará.”

Mateus 24:12 (NVI)

O pecado endurece o coração, isso é fruto de uma série de escolhas que nos afastam de Deus. Ele mancha e insensibiliza. Quando mantemos os “pecados de estimação” sem buscar nos desprender deles, ou no momento em que justificamos nossos erros ao invés de reconhecê-los e mudar.

Jesus nos alertou que, nos últimos dias, o amor de muitos esfriaria, e isso é resultado direto de corações endurecidos. Quando nos fechamos para Deus, barramos também a Sua palavra e Sua igreja.

É nesse momento em que criamos uma falsa sensação de poder próprio. Quando achamos que sabemos mais do que Deus e não aceitamos correção. Provérbios 16:18 nos lembra que “a soberba precede a ruína”, e é exatamente o que ocorre com quem resiste ao toque do Espírito Santo. O orgulho é um dos maiores causadores e potenciadores dessa rigidez espiritual.

O inimigo não pode nos tocar, então uma de suas maiores estratégias é mudar o ambiente para nos levar a endurecer o coração. Ele quer que paremos de sentir, ouvir, buscar e obedecer. Isso nos distrai e nos tira do caminho.

Para manter um coração sensível, precisamos constantemente ser dependentes da graça. Buscar a presença, perdoar, servir, amar e nos humilhar diante de Deus, isso permite que o coração seja moldado por Ele.

Um coração novo

“Dar-vos-ei coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei um coração de carne.”

Ezequiel 36:26 (ACF)

Deus é especialista em restaurar corações, curando e purificando-nos.

Cristo, por meio do Espírito Santo, nos deu uma nova natureza, e constantemente derrama essa graça sobre nós.

Não há coração tão endurecido que o amor de Deus não possa quebrar. Mesmo quando achamos que não há mais solução, o Espírito Santo trabalha com paciência e amor. E então, quando nos quebrantamos, a presença de Deus volta a fluir livremente e, ao permitirmos, começamos a ter nosso espírito verdadeiramente transformado.

A verdadeira força está em sermos humildes diante de Deus. Permitir que Ele toque todas as áreas da nossa vida, até as mais difíceis para nós, é o primeiro passo para experimentar a verdadeira liberdade espiritual. O coração que se deixa moldar é aquele que mais se parece com o coração de Cristo e conhece o que é ser livre.

Deus, em Sua infinita bondade e graça, sempre nos chama de volta, oferecendo perdão e renovação. Um coração obediente não é fraco, mas se torna o mais forte, porque é cheio da presença daqu’Ele que o criou.

Fonte: https://bibliajfa.com.br/


segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

 DICA DE SAÚDE DA SEMANA

JOANETE


Essa é uma expressão popularmente conhecida que se caracteriza pela saliência óssea na articulação na base do hálux (dedão do pé), causando uma deformidade nesse osso. O joanete se forma quando o hálux fica em direção ao segundo dedo do pé; o que força a articulação a ficar de um tamanho maior, voltada para fora. Quando isso ocorre, a pele da região pode ficar avermelhada, sensível e dolorida. 

A principal causa desse problema consiste na pressão em que os sapatos exercem sobre os dedos, principalmente aqueles com pontas estreitas e de saltos altos. A elevação que os saltos provocam, desloca o peso do corpo para a frente, contribuindo assim, para essa deformidade.

Para a ocorrência do joanete, alguns fatores são considerados de risco, como: artrite reumatoide prévia, uso de sapatos menores que o pé, muito apertados, com pontas estreitas e de saltos altos, problemas no pé que são congênitos, como má formações, além da hereditariedade. 

Alguns sintomas são comuns à pessoas que sofrem desse problema: edema (inchaço), vermelhidão ou dor forte na região do dedão do pé; dedão virado na direção dos outros dedos; calo ossudo na região do dedão; dores nas articulações que se agravam com a pressão exercida pelos sapatos. 

Apesar do joanete nem sempre precisar de tratamento, é de suma importância procurar um especialista se apresentar algum sintoma. Ele pode identificar o problema examinado o pé do paciente, observando os movimentos e procurando sinais específicos da doença. Após essa avaliação, pode solicitar uma radiografia para análise da gravidade.

O tratamento pode ser realizado em casa através de cuidados simples, por exemplo: alterar os sapatos, optando por calçados mais confortáveis que dão mais espaço para os dedos; uso de palmilhas confortáveis; uso de talas para imobilização temporária para evitar a pressão; analgésicos para o controle da dor, além de compressas de gelo para amenizar a dor e a inflamação. 

Em casos mais graves de deformidade ou dor intensa, pode haver a necessidade de uma cirurgia para realinhar o dedo, removendo o calo. Esse processo é conhecido por bunionectomia. O sucesso do tratamento depende da idade, da gravidade e das atividades realizadas pelo paciente. 

Enfermeira Rebeca Revorêdo Sinedino




domingo, 28 de dezembro de 2025

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

 QUE VENHA 2026!

Fim de ano é tempo de festa e celebração, mas também de reflexão e recomeços. Fica para trás mais um ano e devemos guardar dele os melhores momentos. Que sejamos gratos a Deus, pois apesar de tudo, chegamos até aqui e hoje somos mais experientes, mais fortes e mais sábios.

Que enchamos os nossos corações de otimismo, esperança e sonhos para vivermos um novo ano que se inicia, aproveitando-o ao máximo. Desejamos a todos os amigos um 2026 repleto de saúde, paz e prosperidade.

Forte abraço,
Levi Revorêdo, Raquel, Willig, Rebeca, Heitor e Isadora.




terça-feira, 23 de dezembro de 2025

 Fé provada pelo fogo

A fé é fácil quando tudo vai bem, mas ela é forjada nas chamas das provações. Não somos provados para nossa destruição, mas para nos purificar e fortalecer, nunca acima do que aguentamos.

Assim como o ouro é refinado pelo fogo, a nossa fé é fortalecida quando permanece firme em meio às adversidades. São nesses momentos que deixamos de apenas falar sobre confiar em Deus e realmente vivemos essa confiança, ainda que sem entender o caminho.

A fé que permanece

“Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, honra e glória, na revelação de Jesus Cristo.”

1 Pedro 1:7 (ACF)

Pedro compara a fé ao ouro, que precisa ser purificado para alcançar seu verdadeiro valor. Da mesma forma, Deus permite o fogo das provações para remover de nós as impurezas, o orgulho, a dúvida, a autossuficiência. O fogo não vem para consumir, mas para transformar. Quando permanecemos firmes mesmo sem ver o resultado, estamos sendo moldados à imagem de Cristo.

A fé verdadeira não é medida pela ausência de lutas, mas pela constância em meio a elas. Sadraque, Mesaque e Abedenego não foram poupados da fornalha, mas experimentaram a presença do Senhor dentro dela. Deus poderia apenas ter barrado a entrada deles, mas permitiu que passassem pelo fogo para ver Sua presença em meio a ele.

O fogo que deveria destruí-los revelou a fidelidade de Deus. Quando algo parecer insuportável, como a dor que o fogo traria, lembre-se: o mesmo Deus que permite a prova é aqu’Ele que está dentro do fogo contigo.

Confiar em Deus nas chamas é declarar que Ele continua sendo bom, mesmo que Ele não te livre de algo. O fogo pode até queimar o que é supérfluo, mas jamais consumirá o que é eterno. A fé genuína não foge do fogo, ela cresce nele.

O propósito

“Eis que te purifiquei, mas não como a prata; provei-te na fornalha da aflição.”

Isaías 48:10 (ACF)

O fogo de Deus tem propósito. Ele não é aleatório, nem fruto do acaso. Em cada chama há um ensino, em cada lágrima há um aprendizado. Isaías revela que Deus nos prova na fornalha da aflição, não para nos punir, mas para nos preparar. Ele usa os tempos difíceis como um laboratório espiritual, onde nossa fé é refinada e nossa dependência n’Ele se torna maior e mais profunda.

Nossas forças não bastam e é no deserto que descobrimos o valor da presença de Deus. Quando o Senhor nos permite passar por lugares de dor, Ele também nos ensina a confiar em Seu sustento e a ouvir Sua voz com mais clareza. O fogo nos faz enxergar o que realmente importa, nos torna sensíveis e, quase sempre, o que sobra depois da prova é o que tem valor eterno.

Nenhuma fornalha é desperdiçada. Cada prova, por mais intensa que seja, está moldando algo dentro de nós. O que hoje parece perda ou dor, amanhã será testemunho e da criação de uma maturidade espiritual. O fogo pode queimar o que é passageiro, mas o que vem de Deus permanece.

O resultado

“Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, que o Senhor tem prometido aos que o amam.”

Tiago 1:12 (ACF)

Toda provação tem um fim. Nenhum fogo dura para sempre, mas o que ele produz é eterno. Quem passa pela prova e continua amando e seguindo a Deus, descobre uma força que não vem deste mundo.

Depois do fogo, o ouro brilha mais e deixa claro seu valor. Depois da tempestade, vem a calmaria. Deus não apenas nos tira do fogo, Ele nos transforma nele. A tribulação produz paciência, a paciência experiência e a experiência esperança (Romanos 5:3-4). Ou seja, o sofrimento é uma escada que nos leva à maturidade espiritual.

Quando a fé é provada, ela se torna mais firme, mais verdadeira e real. E então, quando olhamos para trás, percebemos que não era o fogo que nos sustentava, mas a mão de Deus nos guiando dentro dele. O fogo passa e a fé fica, e é isso que glorifica o nome do Senhor.

 

O fogo pode ser assustador, mas é nele que o caráter cristão é moldado. Ele não promete ausência de fogo, mas prometeu Sua presença constante, e Ele não falha!


Quando a fumaça baixar, o que restará será a fé refinada. Firme, pura e inabalável.

Fonte: https://bibliajfa.com.br/



segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

DICA DE SAÚDE DA SEMANA

VOCÊ CONHECE O TRANSTORNO BIPOLAR?


Esse transtorno é um problema no qual o indivíduo alterna entre períodos de muito bom humor e períodos de irritação ou depressão. Conhecidas como "oscilações de humor" (mania e depressão). Podem ocorrer com muita ou pouca frequência. Sua causa ainda é desconhecida, mas existem fatores que podem estar relacionados: Peculiaridades biológicas, como diferenças físicas entre os cérebros dos pacientes; desequilíbrio entre os neurotransmissores; desequilíbrio hormonal; hereditariedade; meio ambiente, como estresse, traumas emocionais, dentre outros. Os tipos de transtorno bipolar são:
·      Tipo 1: pacientes apresentam pelo menos um episódio maníaco (euforia) e períodos de depressão profunda;
·      Tipo 2: pacientes nunca apresentaram episódios maníacos completos. Apresentam períodos de níveis elevados de energia e impulsividade que não são tão intensos como os da mania (chamado de hipomania). Esses episódios se alternam com episódios de depressão;
·      Uma forma leve desse transtorno chamada ciclotimia envolve oscilações de humor menos graves. Pessoas com essa forma alternam entre hipomania e depressão leve. As pessoas com transtorno bipolar do tipo II ou ciclotimia podem ser diagnosticadas incorretamente como tendo apenas depressão.
Os sintomas dependem do tipo da doença e variam de pessoa para pessoa. O problema pode ser o pico depressivo ou o pico maníaco. Também pode ocorrer de os sintomas acontecerem ao mesmo tempo. Alguns sintomas são:
Fase maníaca: Aumento da energia, hiperatividade, pouca concentração, falar em excesso, autoestima muito alta, grande envolvimento em atividades, pensamentos acelerados, compulsão alimentar, redução do sono...
Fase depressiva: Desânimo diário, perda do apetite, fadiga, falta de energia, baixa autoestima, sentimento de culpa, afastamento de amigos ou atividades prazerosas...
Há casos em que as duas fases se sobrepõem. Os sintomas maníacos e depressivos podem ocorrer juntos ou rapidamente um após o outro, chamado de estado misto. Essas mudanças de humor podem acontecer de quatro a cinco vezes por ano e, em alguns casos, até mesmo várias vezes ao dia. O transtorno não desaparece sozinho e o tratamento é imprescindível para garantir a qualidade de vida do paciente e levá-lo à recuperaçãoO caminho para o diagnóstico geralmente começa com um exame físico e testes laboratoriais, com exames de urina e sangue. Depois, o paciente é encaminhado para uma análise psicológica. O médico observará por algum tempo o padrão de comportamento do paciente, bem como suas possíveis alterações de humor, direcionando à um tratamento adequado.

Enfermeira Rebeca Revorêdo Sinedino



domingo, 21 de dezembro de 2025

MIPIBU SAUDADES!!!

Antigo prédio do Posto de Saúde Dr. Januário Cicco, ainda existe hoje ao lado do prédio da Prefeitura de nossa cidade.



sábado, 20 de dezembro de 2025


AS MANIFESTAÇÕES DO AMOR
O Dicionário da Língua Portuguesa define o amor como “Sentimento que predispõe as pessoas a desejarem o bem de outrem; afeição ou ternura entre membros de uma família; inclinação de uma pessoa por outra, de caráter profissional e/ou sexual etc.”.
O amor (grego) encontra espaço para importantes relacionamentos. Postamos aqui, cinco formas interessantes do amor, com a suas significações:

EPITUMIA. Esta palavra define o amor como atração entre pessoas, desejo lascivo e simples, e ao final, progride para o amor Eros. Os discípulos de Jesus são exortados a observarem I João 2.15-17, e atentarem para o que diz I Coríntios 6.15-16. Sabendo que o perigo ronda a moral, para atingir e fragilizar o espiritual.

EROS. Este tipo de amor está definido como o amor equivalente a paixão romântica; sentimento forte, dividido entre duas pessoas, em seu relacionamento carnal ou sentido sexual. Em Provérbios 5.17-21 os amantes da palavra de Deus são orientados a terem domínio próprio. 

STORGE. Este tipo de amor alcança a afeição natural entre pais e filhos, irmãos e irmãs, marido e mulher. Este tipo de amor está manifesto no ensino encontrado: (Efésios 5.22-26; 6.1-4).

PHILEU. Escrito também, com a grafia: Philia. Este tipo de amor trata da amizade, da comunicação, da camaradagem, compartilha pensamentos e cuida da proximidade entre pessoas. Encontramos este tipo de amor, na Parábola de Jesus que define quem é o nosso próximo. (Lucas 10.30-37).

AGAPE. Este é o chamado amor de Deus: incondicional, sacrificial e que valoriza a pessoa amada. Exatamente assim, “Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16).

Por que escrever sobre este tema? Bem! Estão vulgarizando a instituição família, como se não tivesse qualquer importância, como se de Deus não fosse, como se casar fosse apenas, uma mudança da vida de solteiro, para outro estágio sem responsabilidade, cujo compromisso matrimonial estivesse à disposição para ser desfeito a bel prazer.

Deus instituiu o casamento, sim! Crises na família são meros desafios. Pense! Se seu carro quebrar na estrada, você o deixa e vai embora? Claro que não! Assim será o seu cônjuge: Não o deixe no caminho da vida por nada; viva a sua união conjugal, “até que a morte vos separe”. Assim seja!

Texto do saudoso pastor José Lúcio Ribeiro Filho




quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

 Amigos do pecado

O pecado nunca parou de destruir, ele apenas aprendeu a se disfarçar melhor.

Aquilo que antes era visto como algo abominável, hoje é muitas vezes tratado como natural, aceitável ou até divertido.

Por vezes, esquecemos que o mesmo pecado que levou Cristo à cruz, continua sendo o mesmo que tenta roubar nosso espírito todos os dias. Quando fazemos amizade com o pecado, deixamos de perceber o quanto ele nos enfraquece, lentamente, até nos afastar completamente de Deus.

O conforto como casca

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, em Cristo Jesus, nosso Senhor.”

Romanos 6:23 (NVI)

O pecado nunca se apresenta como destruição logo de início. Ele chega suave, revestido de conforto, como algo inofensivo que parece aliviar o peso da vida.

Aos poucos, ele se instala em nosso coração e se torna parte da rotina. Um olhar indiferente, uma palavra de orgulho, uma escolha egoísta, tudo parece pequeno demais para causar grandes danos. Mas o pecado é exatamente isso: uma armadilha lenta. Ele nos dá uma sensação falsa de liberdade, mas, no fundo, está nos tornando escravos.

A vida cristã exige renúncia, e o inimigo sabe o quanto o ser humano tem dificuldade em abrir mão. Por isso, ele torna o pecado atrativo, oferecendo prazer passageiro para esconder o custo eterno. Quando nos acostumamos com o erro, começamos a justificar o injustificável e a suavizar o que é mortal. Mas o pecado nunca será neutro. Ele mata, ainda que sorrindo.

Deus, em Sua infinita graça, nos alerta constantemente. Ele não nos chama para uma vida pesada, mas para uma vida liberta. É quando entregamos nossos hábitos e desejos à vontade d’Ele, que descobrimos o verdadeiro descanso. Não o conforto do pecado, mas a leveza da verdadeira obediência.

Um coração adormecido

“Estejam vigilantes e orem para que não cedam à tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca.”

Mateus 26:41 (NVI)

O inimigo não precisa atacar com força quando percebe um cristão adormecido. Basta embalar o coração na rotina, no cansaço ou na autossuficiência. O pecado se aproveita do comodismo, e o crente que relaxa na vigilância acaba sendo dominado por aquilo que julgava ter controle. Assim como a traça corrói silenciosamente o tecido, o pecado corrói a fé aos poucos, até que, quando percebemos, já estamos frios e distantes.

Um coração que se acomoda no erro é como uma chama que se apaga lentamente. O evangelho começa a parecer “pesado demais”, algo que custa muito, enquanto o pecado se torna “compreensível”, justificando o cansaço e a falta. Mas é nesse terreno morno que o inimigo constrói suas fortalezas, porque o coração indiferente é terreno fértil para a destruição espiritual.

Jesus nos chama a permanecer alertas. A vida cristã é feita de atenção, arrependimento e constante retorno à presença de Deus, precisamos estar alertas e sensíveis. Não é uma jornada de perfeição, mas de sensibilidade ao Espírito Santo, que nos convence do pecado e nos conduz ao arrependimento antes que o pecado nos destrua completamente.

O temor que liberta

“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é entendimento.”

Provérbios 9:10 (NVI)

O temor do Senhor não é medo, mas o amor em sua forma mais pura. É quando reconhecemos a santidade de Deus e desejamos agradá-Lo, por devoção não por obrigação. Quem teme ao Senhor verdadeiramente não se prende ao pecado porque entende o preço pago na cruz. Um coração que ama a Cristo com profundidade não suporta entristecê-Lo com escolhas erradas.

O pecado tenta distorcer essa visão, fazendo-nos acreditar que seguir a Deus é pesado demais, enquanto o erro é mais leve e prazeroso. Mas o temor nos mostra o contrário! O fardo do pecado é o que realmente nos esmaga.

É o temor que nos mantém vigilantes e nos faz lutar contra a carne, mesmo quando ninguém está vendo. Mesmo que isso não nos dê retorno na terra. O pecado é nosso inimigo e o temor é o nosso escudo, só quando entendemos isso é que vivemos uma fé firme e madura. O amor a Cristo se torna maior que qualquer tentação, e o Espírito Santo nos ensina a fugir do que destrói.

O verdadeiro cristão não negocia com o pecado, ele o reconhece, se arrepende e escolhe, todos os dias, permanecer ao lado daqu’Ele que o libertou, caminhando contra a maré.

Não flerte com aquilo que matou o Filho de Deus. Sei que essa palavra pode parecer pesada e muito confrontante, mas precisamos entender que o pecado não é entretenimento, não é descanso e nem alívio, ele é prisão.

Há esperança para todo aquele que se volta ao Senhor com arrependimento e temor. O sangue de Cristo ainda é suficiente para libertar, curar e restaurar. Que o nosso coração permaneça alerta, sensível e fiel, lembrando sempre que a graça não é desculpa para pecar, é força para permanecer.

Fonte: https://bibliajfa.com.br/


segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

 DICA DE SAÚDE DA SEMANA

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL: COMO FUNCIONA?


O método da fertilização incide na colocação de espermatozoides no útero, durante o período fértil (quando a mulher está ovulando). O homem deve coletar uma amostra do sêmen em casa ou no próprio laboratório (em casos de doação, pode ser obtido em um banco de sêmen); essas amostras são selecionadas, separando-se os espermatozoides e removendo células imaturas. 

A mulher poderá tomar medicamentos para que haja indução da ovulação. Durante essa estimulação, são feitas ultrassonografias para acompanhamento do crescimento dos folículos (onde ficam os óvulos). Quando estão prontos, um medicamento é administrado, permitindo a liberação dos óvulos.

Para realização do procedimento, é inserido um espéculo (mais conhecido como bico de pato) na vagina, em seguida, um fino cateter por onde passam os espermatozoides. Depois de todo o processo, o teste de gravidez é feito após 12 dias. 

É um procedimento médico, devendo ser realizado em uma clínica de reprodução humana. É indicado para casais com alteração nos espermatozoides (gametas lentos ou com problemas de movimentação), assim como para casos de alterações uterinas (endometriose leve ou sem razão aparente para infertilidade).

Se tratando de inseminação artificial, quanto mais idade tiver a mulher, menores são as chances de conseguir engravidar. Após 35 anos de idade, as chances de obter sucesso com esse método, ficam mais reduzidas.

As clínicas de fertilização realizam a inseminação artificial; todavia, é de suma importância certificar se o profissional que irá realizar o procedimento tem a especialização em medicina reprodutiva. Outro ponto importante é optar por locais conhecidos ou que estejam ligados a centros de medicina para garantir uma maior segurança.

Enfermeira Rebeca Revorêdo Sinedino



sábado, 13 de dezembro de 2025

VAMOS REFLETIR NA PALAVRA

"Contudo, por causa da sua teimosia e do seu coração obstinado, você está acumulando ira contra si mesmo, para o dia da ira de Deus, quando se revelará o seu justo julgamento." (Romanos 2:5)

Qual é o lugar onde se pode conseguir mais facilmente um coração endurecido? Na igreja. A mesma verdade que pode libertar uma pessoa, pode provocar o endurecimento do coração de outra pessoa em relação às coisas de Deus.

Tudo depende de como você ouve e responde quando está diante da pregação da Palavra de Deus e de como o povo de Deus a está adorando. O mesmo sol que amolece a cera também endurece o barro. E a mesma verdade que liberta um vai fazer com que outro diga: "Bem, já ouvi isso antes. Eu sei disso. Você não consegue me dizer nenhuma novidade."

Eis o problema: as pessoas com um coração endurecido nunca transformaram trevas em luz. São apenas incrédulas educadas. Podem saber mais do que qualquer pessoa que nunca pôs os pés numa igreja, mas isto não significa que elas estejam mais perto do reino de Deus. Na verdade, eu arriscaria dizer que podem até estar um pouco mais longe.

Por quê? Porque quando alguém que nunca foi à igreja vem e ouve tudo, pela primeira vez, pode acreditar na hora. Mas aqueles que frequentam a igreja a vida inteira e pensam que sabem tudo, podem estar tão endurecidos e resistentes que talvez não acreditem mais na palavra de Deus.

Eles vão acabar como Herodes Agripa, que adiou a decisão de crer, ou o jovem rico que disse não quanto a seguir Jesus, ou Judas Iscariotes, que passava horas a fio com Deus em forma humana, para traí-lo por 30 moedas de prata.

Não importa o quanto tentemos. Não podemos viver em dois mundos. Não basta ser exposto à verdade. Temos de agir sobre ela.

QUE O SENHOR NOSSO DEUS NOS ABENÇOE E QUE ESTA PALAVRA SEJA APLICADA EM NOSSOS CORAÇÕES.